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Due Diligence ESG na Cadeia de Valor: um guia prático para avaliar o risco ESG de fornecedores
A due diligence ESG na cadeia de valor deixou de ser uma boa prática para se tornar um imperativo de negócio. Investidores, financiadores e clientes globais estão exigindo que empresas demonstrem controle sobre os riscos ambientais, sociais e de governança que existem além das suas próprias operações, ou seja, nos fornecedores, prestadores de logística e origens de matérias-primas que compõem a cadeia de suprimentos.
Esse movimento é acelerado por regulações que já estão em implementação. A Diretiva de Reporte de Sustentabilidade Corporativa da União Europeia (CSRD) e seus padrões de reporte (ESRS) exigem que grandes empresas que operam ou negociam com a UE divulguem impactos ESG materiais ao longo de toda a cadeia de valor, incluindo fornecedores. Em paralelo, a Diretiva de Due Diligence em Sustentabilidade Corporativa (CS3D) cria obrigações legais para identificar, prevenir e remediar impactos em direitos humanos e meio ambiente nas cadeias de suprimento. Para empresas brasileiras que fazem parte de cadeias globais, essa pressão já chegou, mesmo para quem não opera diretamente na Europa.
No Brasil, o avanço da Lei 15.042/2024, que institui o Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE), reforça que os requisitos de conformidade ESG também vão se intensificar no mercado doméstico, especialmente em relação à contabilização de emissões de Escopo 3, que incluem, diretamente, as emissões dos fornecedores.
Um desafio importante para as empresas, nesse processo, pode ser a falta de suporte especializado. Quais fornecedores priorizar? Quais dados solicitar? Como estruturar uma avaliação que seja consistente, rastreável e defensável diante de uma auditoria ou revisão de investidor? São perguntas que requerem documentação, processos e organização de informações.
É para te ajudar a dar os primeiros passos que, em parceria com a Metrikflow, desenvolvemos este guia de due diligence ESG na cadeia de valor.
O que você vai encontrar no material
O guia cobre todo o processo de avaliação ESG de fornecedores, do contexto regulatório à aplicação prática do scorecard. A estrutura segue cinco seções:
A primeira seção apresenta as quatro forças que estão tornando a due diligence ESG na cadeia de valor um requisito de negócio: pressão regulatória europeia, pressão sobre fornecedores brasileiros a partir de cadeias globais, expectativas de investidores e financiadores, e risco reputacional e operacional.
A segunda seção explica o que due diligence ESG significa na prática, com foco nos três elementos estruturais de um processo defensável: escopo e priorização, profundidade de avaliação e frequência de monitoramento. Uma tabela de priorização de fornecedores por fator de risco ajuda a definir por onde começar.
A terceira seção apresenta os três níveis de profundidade de evidência que determinam a credibilidade de cada avaliação: autodeclaração, dado verificado com documentação e dado primário auditado por terceiro independente.
A quarta seção traz o Scorecard ESG de Fornecedores, com 16 critérios organizados nas dimensões Ambiental, Social e de Governança, cada um com o dado a coletar e a referência técnica correspondente (GRI, ESRS, GHG Protocol). A pontuação máxima é de 48 pontos, distribuídos entre as três dimensões.
A quinta seção apresenta como interpretar os resultados por faixa de risco (alto, moderado e baixo), como fazer a análise por dimensão e como escalar o processo quando a base de fornecedores cresce além do que é gerenciável manualmente.
Para quem é este material
O guia foi desenvolvido para profissionais e gestores de ESG de empresas que precisam estruturar ou amadurecer o processo de avaliação de fornecedores, seja por pressão regulatória, por requisitos de clientes globais ou por iniciativa estratégica própria.
Baixe gratuitamente e descubra onde está o maior risco ESG da sua cadeia de valor.
Próximos passos
Para empresas que querem ir além do diagnóstico inicial, a Metrikflow disponibiliza um módulo dedicado à avaliação de fornecedores, que digitaliza e centraliza todo o processo – do envio de questionários à consolidação de scores e geração de relatórios rastreáveis — dentro de uma única plataforma ESG.





















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